domingo, 6 de maio de 2012

Texto Reflexivo: As aparências enganam...

                As aparências enganam...

Praticamente há 1 mês e meio atrás estávamos iniciando um curso de aprimoramento em leitura e escrita que eu pensei jamais ter haver com a minha disciplina Educação Física.

No começo achei tudo muito estranho e diferente da minha realidade, pois os cursos de aprimoramento em Educação Física são bem diferentes. Pensei que não iria aguentar tal processo, pois haviam muitos textos para serem lidos e interpretados, coisa que nunca foi meu “forte”.

Com o passar dos dias, fui percebendo que tudo aquilo que era debatido nos fóruns e nas atividades estava ficando mais claro e assim acabei ficando mais tranquila e motivada para continuar o processo.

Muitas amizades foram conquistadas e a experiência em construir um blog acabou influenciando mais ainda esse laço de amizade entre os integrantes do programa como também principalmente do grupo, pois aliás, éramos um grupo. Todos dependiam de todos para a construção de um belo blog; a interatividade se tornou um fator essencial no nosso trabalho.

Com o passar dos módulos, a leitura foi se tornando um hábito que acabei criando e gostando, pois como já havia dito anteriormente, a leitura só me interessava se estivesse relacionada a minha área.

Muito eu aprendi com relação ao trabalho da leitura e escrita em minha disciplina. Percebi que apesar delas estarem “mais focadas” na disciplina de Língua Portuguesa, elas podem e devem também ser trabalhadas pelas outras disciplinas de uma maneira própria. Por serem essenciais na formação escolar, a leitura e a escrita merecem atenção específica dos professores das diversas áreas.

 Escrita e Leitura caminham juntas, uma depende da outra para formar nosso aluno em um cidadão crítico, objetivo, reflexivo e atuante.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

          TEXTO  REFLEXIVO: 
                                                        
                                           RELATO  REFLEXIVO


       O curso proporcionou conceitos muito importantes para a nossa aprendizagem.
       Foram abordados diferentes conceitos como alfabetização e letramento, leitura, textos, gêneros textuais, capacidade leitora, tudo visando um bom trabalho em sala de aula.
       É preciso estudar sempre, pois só assim poderemos estar atualizados para poder fazer a nossa parte em sala de aula.
       O curso Práticas de Leeitura e Escrita foi extraordinário, hoje me sinto mais capaz para enfrentar a sala de aula, os momentos de interação no Fórum me despertou que todas as idéias podem nos ajudar para chegarmos a um todo.
                               O desafio e a interação foi muito importante para o apprimoramento de meu conhecimento .
                               Esses conhecimentos vão ajudar muito à todos os professores, pois a leitura é muito importante para a nossa compreensão.
                               Muito obrigado à todos!

                               Profº  JOSÉ  CARLOS  SIMONATO  FRAGA

quinta-feira, 26 de abril de 2012

CRÔNICA : P E S A D E L O

                                      P E S A D E L O
                 Segunda-feira  fria,  estava  deitado  num  sono maravilhoso, quando ouvi o  galo da vizinha  cantar, virei na cama, abri os olhos e pude constatar no relógio da cabeceira de minha cama que ainda era madrugada, simplesmente 3 horas da manhã.
Fiquei muito irritado, “que galo maldito”, porque veio cantar bem do lado da janela de meu quarto? Tentei virar para outro lado para ver se voltava a dormir, mas o sono havia desaparecido, então resolvi levantar-me.
Fui até ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto com aquela água fria que até adormeceu os meu dedos, ao olhar no espelho, quase que trincou, a minha expressão estava muito feia, nunca havia me visto assim, pensei que era pelo motivo de ter acordado no meio da madrugada.
Ao pegar a toalha para me enxugar, inexplicavelmente ouço a campainha da porta de minha casa tocar, meu coração quase saiu pela boca, “quem haveria de ser?” Enxuguei as pressas, sai do banheiro, caminhei até a porta, destranquei a fechadura rapidamente e ao abrir fiquei apavorado.
Vi um senhor magro caído na soleira, olhei em torno e não havia mais ninguém no corredor. Abaixei, toquei naquele senhor com os dedos, percebi que seu corpo estava frio e rígido, “meu Deus é um cadáver!”
No susto, corri até ao telefone, liguei à polícia e pedi por socorro.
Quando os policiais chegaram me fizeram várias perguntas, queriam descobrir quem era aquele homem, demorou muito para os policiais entenderem que aquele homem eu havia encontrado ali e também não sabia quem poderia ser. Eles chamaram a polícia científica, começaram a tirar fotos, nisso chega também a reportagem e começa outro interrogatório.
Nesse instante ouvi minha mãe dizendo, “levanta logo menino, você tem que ir à escola”, abri bem os olhos, sentei na cama e senti um alívio muito grande, tudo aquilo que estava acontecendo eram iguais as cenas do filme  de  terror  que havia  assistido  ontem  à  noite  antes  de  dormir,  tudo  não  se  passava  de  um   P E S A D E L O . . .
                     JOSÉ  CARLOS  SIMONATO  FRAGA

CRÔNICA: O CONVITE

"O CONVITE"
Certo dia como todas as manhãs no horário determinado o celular tocou..., acordei, sentei na cama, levantei, fui ao banheiro, tirei o pijama, coloquei a roupa para trabalhar e, ao abrir a porta deparei-me com um homem caído na soleira.
Como não sabia de quem se tratava, não dei muita bola e tão pouco me preocupei, mas pensei comigo:  “ Deve ser algum bêbado! Coitado! Deve ter passado a noite toda no bar e quando o dia amanheceu não conseguiu voltar para casa”.
Ao chegar do trabalho, deparei-me com um convite para um velório bem na minha porta. Fiquei curiosa; como esse convite foi parar na minha porta e por que? O nome do defunto me era desconhecido, bem como de seus familiares.
Decidi ir até o velório e investigar de quem se tratava.
Chegando lá, encontrei tudo no mais perfeito silêncio; somente o defunto me aguardava.
Que estranho, pensei!
Fui até o caixão e olhei para o desconhecido. Levei um susto enorme! era o homem que eu tinha encontrado caido na minha soleira. Ele estava vestido de terno preto muito simples e com o caixão enfeitado com margaridas brancas.
Quem seria? Do que morrera? Como vivera? Fora um homem bom? Justo? Honesto? Não sabia e não havia ninguém que pudesse me dizer!
Fiquei ali algumas horas, mas ninguém apareceu. Comecei a ficar apavorada; pois já se aproximava a hora do enterro.
Continuei ali olhando para o morto, perdida em meus pensamentos.
De repente: chega o rapaz da funerária. E agora?!
- A senhora era parente do Pedro?, perguntou-me o rapaz.
- Não, respondi. Não o conheço e contei-lhe o estranho caso do convite na minha porta.
- Estranho, respondeu-me ele.
- Não havia convites me informou o rapaz. Este senhor é muito pobre e sem família. A prefeitura está pagando o enterro. Nós viemos para levá-lo, pois está na hora.
Acompanhei o desconhecido até  sua última morada. Somente eu, os funcionários da funerária e do cemitério...
Fiz-lhe uma oração, joguei-lhe um punhado petalas de flores e segui caminho para minha casa depois de um misterioso e inusitado dia.

DANIELE

quarta-feira, 25 de abril de 2012

CRÔNICA




Embora seja um gênero estruturado em ações do dia a dia, a crônica exige um difícil exercício de reflexão sobre nosso cotidiano. Refletir é uma ação que exige flexibilidade, aceitação e análise e, por isso, se torna uma realização árdua para todos nós. A crônica proporciona ao leitor também identificar-se com as situações do texto, enxergando a si mesmo, como se olhasse num espelho. Nossa missão é difícil, mas tentamos atingir nossas metas. Esperamos que todos gostem. Boa leitura!

 A TOMADA
Acordei. Mais um dia de trabalho importante! Reunião de pais na escola, não posso me atrasar!
Meu Deus! Já são seis horas! Perdi a hora! Levantei depressa e me lembrei que tinha que levar meu vestido à lavanderia para festa de sábado, afinal pedi para o Rafael fazer isso, mas marido parece que é surdo ou tem Alzheimer!
Fui escovar meus dentes e me deparei com o tubo de pasta vazio, de novo! Na certa a criançada usou e abusou. Quando fui lavar o rosto notei que o sabonete estava cheio de pasta de dente.  Eu mato essas crianças! Trim... trim...trim...trim...trim...trim...
A campainha toca sem parar. Já vou indo! Limpei e enxuguei meu rosto rapidamente. Sai do banheiro para atender a porta. Ai! Quase caí na escada! Alguém deixou um skate num degrau e por pouco não me esborrachei.
Cheguei finalmente à porta.  A chave emperrou! Que droga! É hoje! Não conseguia destrancar a porta e lembrei que seu Inácio, aquele chaveiro tratante, disse que precisava usar grafite parar melhorar a fechadura! Onde eu vou achar grafite essa hora? Ah, abriu! Olhei, olhei e não vi ninguém. Quando olhei para baixo me deparei com um homem caído no capacho da porta.  Corri, mas não vi ninguém no corredor, nada, nem sinal de viva alma! Só comigo acontece essas coisas! Testemunha de um assassinato... Ou teria sido morte natural? Então abaixei devagar e com muito medo, com as mãos trêmulas, toquei naquele corpo gélido e duro, era mesmo um cadáver!
Entrei correndo e fui até ao telefone, tremia, mas determinada chamei a polícia e pedi que viessem rápido.  Tenho um cadáver em minha porta, moço!
Fechei a porta e aguardei. Não sabia o que fazer. Atrasada, quarenta e cinco pais me esperando e eu aqui refém de um cadáver! Na loteria eu não ganho!
Tocaram a campainha. Nossa que rápido! Quando seu Antônio do 203  enfartou a polícia demorou cinco horas para chegar! Abri a porta! Não era a polícia! Cadáver moça? Que cadáver? Somos da equipe de cinema. Precisávamos de uma tomada impactante! A senhora foi perfeita! Tenha um bom dia! Ah, seu cachê foi entregue pro seu Rafael.
 O pior é que eu vou contar pra coordenadora e duvido que ela vai acreditar em mim! Ai, meu Deus!
MARIA DA PENHA DE ABREU ORLANDO

terça-feira, 24 de abril de 2012

GÊNERO: CRÔNICA

Nesta postagem, cada cursista teve a tarefa de produzir uma crônica, seguindo a sequência de eventos retirada de Lage, Nilson (1993). Estrutura da Notícia. Ed. Ática, São Paulo.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A LEITURA E O AVANÇO DAS TECNOLOGIAS

 

Com a revolução da tecnologia, pode-se afirmar que a didática sofreu mudanças consideráveis, pois os meios de comunicação como o rádio, a televisão e a internet tem contribuído para que a aprendizagem se dê de forma mais dinâmica, atrativa, devido à grande quantidade de conhecimento que proporcionam, como também, a inclusão social dos menos favorecidos.
Os profissionais de todas as áreas estão se conectando nesse novo sistema, o mesmo acontece com o professor que está se adequando, modificando sua prática pedagógica, utilizando-se de ferramentas que não tem ainda total conhecimento, em nome do valor dado ao acesso rápido e estratégico de informações.
Por mais que a educação se transforme com um emprego de novas metodologias e tecnologias, o professor, através da sua postura e do seu conhecimento, é quem efetiva a utilização desse aparato tecnológico e científico. Dessa forma, redimensiona o seu papel, deixando de ser o transmissor de conhecimento para ser o estimulador.
Todavia, o professor precisa estabelecer vínculos com os alunos, conhecer seus interesses, saber o que o aluno já sabe, o que o aluno não sabe e o que ele gostaria de saber. Motivar o aluno a fazer parte da proposta pedagógica, colocando-o à par sobre o que será abordado e convidando-o a contribuir.
Embora o professor tenha uma formação, para que sua atuação seja satisfatória, ele necessita estar constantemente se atualizando, se reciclando. A formação continuada do professor deve ser um processo constante, permitindo a análise da teoria na prática, além de desenvolver o senso reflexivo sobre a sua atuação, mas sabemos que nem sempre isso é possível devido a disponibilidade de tempo desse profissional.
Portanto a utilização da ferramenta e da metodologia, sem uma proposta coerente, não garante a eficácia na construção do conhecimento. O professor estará apenas reproduzindo os modelos tradicionais. O avanço tecnológico consiste na relação estabelecida entre o professor e o uso da ferramenta.
As tecnologias contribuem muito para o aprendizado, graças a ela o aluno pode fazer pesquisas, ter acesso a textos de vários autores, saber o que acontece ao seu redor e no mundo, enfim é um ótimo recurso para conseguir uma aprendizagem efetiva, mas a tecnologia pode também fazer com que o indivíduo se acomode e se conforme em apenas receber passivamente o que a mídia oferece. É preciso atitude, capacidade de selecionar o que se vê para então poder opinar ou criticar com autonomia o que vê, no entanto, é necessário que leiam e se inteirem de forma efetiva de todas essas informações.

domingo, 22 de abril de 2012

O TRABALHO COM A LEITURA E A ESCRITA

A habilidade de leitura e escrita deve ser trabalhada incansavelmente durante todo o ano letivo. Leciono para os 6o anos e percebo que eles chegam nessa etapa sem saber escrever palavras fáceis, que fazem parte do seu cotidiano e também apresentam muita dificuldade na leitura de textos.
Mas, eu acredito que essas dificuldades já deveriam ser amenizadas no ciclo I, uma vez que o aluno quando chega no ciclo II apresenta mais dificuldades além da leitura e da escrita.
Atualmente, as crianças nao possuem o hábito de ler gibis, jornais, revistas etc... o que serviria de grande ajuda para melhorar seu vocabulario e sua interpretação.
OUTRO FATOR QUE COLABORA MUITO PARA QUE AS CRIANÇAS ESCREVAM E LEIAM CADA VEZ MAIS ERRADO SÃO AS SALAS DE BATE-PAPO NA INTERNET.
NESSAS SALAS, AS ABREVIAÇÕES DAS PALAVRAS E A ESCRITA ERRADA SÃO COMUNS, POIS TRATA-SE DE UMA IDENTIDADE PRÓPRIA DE CADA INDIVÍDUO.
COMO PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, PROCURO SEMPRE TRABALHAR COM MEUS ALUNOS A LEITURA DOS TEXTOS QUE O CADERNO DO ALUNO TRAZ E, A PARTIR DISSO, FAZER COM QUE ELES INTERPRETEM ESSE TEXTO E O RELACIONE COM O SEU COTIDIANO.

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA E DA ESCRITA

Acho a leitura, muito importante para nossa vida, nossa mente, nosso raciocínio, nosso conhecimento e nossos pensamentos, etc.
Me lembro doe outro livro que ganhei, foi em uma aula de catecismo, o professor presenteava os alunos que não tinha falta, que faziam todas as atividades, enfim, quem era bom aluno. Então, comecei a ser um aluno exemplar e quando ganhei o livro foi aquela alegria, além de me sentir importante passei a gostar de ler.
Com a leitura eu viajo, conheço tantos lugares, vivo tantos sonhos, fantasias, tenho raiva, fico apaixonado, enfim, eu me sinto o próprio protagonista do livro.
Não leio de tudo, para mim a leitura tem que ser interessante, se começo ler um livro e não gosto eu paro de ler. Acho que a leitura tem que ser como uma namorada, que nos cativa e nos arrebata, acho que é por esse motivo que prefiro os romances.
Sei que as vezes fico um bom tempo sem ler, principalmente pela correria do dia a dia, mas sempre que posso arranjo um tempinho.
A leitura além de abrir a nossa mente, ela é desestressante, quando, feita com prazer, e através dela consigo me expressar melhor tanto na escrita como no diálogo.

DEPOIMENTO: LEITURA E ESCRITA


Quando eu era criança morava em um sítio, lá não havia televisão, só me lembro de um rádio que o meu pai ficava todos as tardes com ele na mão.
Gostava muito quando era a hora da novela no rádio e principalmente quando um loucutor contava histórias infantis.
Ali ficava horas e horas, vivendo no mundo da imaginação, viajava junto com os personagens, chorava, ria e imaginava coisas fantásticas.
Para minha maior felicidade meu pai me deu de presente de aniversário um livro de histórias infantis, fiquei fascinado, quase explodi de alegria.
Li e reli aquele livro várias vezes, guardei-o comigo e hoje ele faz parte da minha coleção de livros. Gosto muito de ler, a leitura nos proporciona muito aprendizado e prazer.
Tento passar esses ensinamentos para os meus filhos e alunos.
Este foi o meu iníco no mundo da leitura e nunca mais esqueci.
Um abraço!

Depoimento: Leitura e Escrita


Quando criança, não me lembro de minha mãe me contar histórias para dormir... acho que nunca precisei disso!
           Na minha época de escolaridade nunca fui amante da leitura, pelo simples fato de ter que me expor aos colegas de classe. A timidez sempre me acompanhou até pelos menos os 17 anos. Nunca gostei de ler, fazia isso por obrigação. Ligeiramente me recordo de pouquíssimas vezes ter ido numa biblioteca de livre e espontânea vontade para pegar um livro para ler.
               Lembro-me como se fosse hoje as provas de português que eu tinha na escola. Tínhamos que pegar um livro para ler e a prova era baseada em cima deste livro, o que nos forçava a ler. Talvez isso, tenha sido um dos motivos por eu odiar literatura e gostar somente do conteúdo da gramática em língua portuguesa.
               Até hoje, não tenho muita paciência em ler assuntos que não me interessam. Tenho vontade de ler apenas assuntos que me chamam a atenção (desastres naturais, por exemplo) e livros específicos da minha área de Educação Física.
          Agora, eu sempre gostei de escrever; sempre gostei de redigir redações, pois nessa hora, minha imaginação podia trabalhar, adorava escrever cartas aos meus amigos que estavam fora da cidade, pois eu mencionava tudo o que estava acontecendo naquele momento.. Escrevo quando tenho vontade e tempo, mas como isso é meio complicado para mim, não tenho escrito muito ultimamente.

APRESENTAÇÃO PESSOAL




Nesta postagem buscaremos apresentar o perfil de cada componente de nosso grupo.

A LEITURA E EU




Tudo começou com as histórias que minha prima Ilze me contava e interpretava. Ela aproximava de mim o mundo mágico das história de fadas, se vestia de acordo com o personagem de quem falava e me fazia sonhar, imaginar, voar no mundo literário. Com ela aprendi a ler sem precisar de um livro, a imaginar como se fizesse parte da história.
Ler sem saber ler, foi assim que aprendi a buscar na leitura o mundo, as pessoas, descobrindo quem eu era e para onde estava indo. Além da leitura ao vivo aprendi a cantar as músicas das fadas e assim comecei a sentir a melodia da vida em toda sua grandiosidade.
A leitura musical veio mais tarde através do violão clássico, na pauta ia além sentindo a riqueza dos compositores e suas melodias. A criatividade e a busca constante me fizeram participar desse contexto maravilhoso chamado "VIDA". A leitura nos faz seres melhores, mais preocupados com os outros e consequentemente com nós mesmos. Rubem Alves diz "o escritor nos oferece seu sangue e sua carne", e assim comungamos suas idéias e sentimentos nos tornamos quase a mesma "Pessoa" ou seus heterônimos.
MARIA DA PENHA DE ABREU ORLANDO